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Entrevista

Diretora do feminino aprova ideia de jogo das alvinegras antes de Botafogo x Fluminense: “elas pedem isso”

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Gerente do futebol feminino do Botafogo, Rose de Sá monta um time mais forte para 2019/2020. Elo entre o novo time e a torcida é um dos principais objetivos.
Torcida pede jogo no Nilton Santos

Depois de se preparar às pressas para a série A2 do campeonato brasileiro em abril, o time feminino do Botafogo recomeça sua trajetória no campeonato carioca, com mais tempo e recursos. Após um campeonato nacional com 4 derrotas e 1 empate, o reforçado time das Gloriosas já mostra outra cara nesse 2º semestre: duas vitórias e vinte gols em dois jogos. 12 a 0 na estreia sobre o LDAC/Accel no CEFAT, em Niterói, e 8 a 0 no Karanba na última terça-feira, no CFZ, na Barra da Tijuca. As alvinegras lideram o Grupo C, com 6 pontos.

No Botafogo desde o fim de março, Rose de Sá, gerente do futebol feminino do alvinegro carioca, encontrou um terreno totalmente vazio para tentar estruturar tudo em duas semanas. Dias antes da estreia na série A2, Rose conversou com o Seleção Alvinegra, e explicou como conseguiu montar um time com o Botafogo lhe entregando o cargo 10 dias antes do campeonato (clique e confira a matéria). Agora, com 4 meses para reestruturar a equipe até o estadual, a gerente pôde mover ainda mais as suas peças e reverter o quadro do time. Mesmo com pouca estrutura, Rose carrega consigo uma bagagem multicampeã com passagens por clubes como Santos e Vasco, e uma linda trajetória de estruturação do futebol feminino no Norte do país.

Em sua conta no Instagram, Rose expressa com felicidade o cansaço após montar o time às vésperas do brasileiro em abril. A diretora é um dos nomes mais fortes na administração o futebol brasileiro.

Um dos temas mais abordados da entrevista foi o incentivo do time feminino por parte da torcida. Após a estreia com goleada no carioca, o jornalista e botafoguense Matheus Mandy fez uma sugestão em sua conta no Twitter: fazer da partida contra o América, na última rodada do carioca na fase de grupos, a preliminar do jogo entre Botafogo e Fluminense, no dia 6 de outubro, no Nilton Santos. Ambas as partidas estão marcadas para a mesma data. Questionada, Rose de Sá se animou.

“É uma ótima ideia. É a chance de apresentar as meninas para a torcida. O futebol feminino chegou ao Brasil para ficar. Echegou no Botafogo também para ficar. As meninas querem a torcida. Pedem isso o tempo todo”.

Rose de Sá – Gerente de futebol feminino do Botafogo


Confira todo o bate-papo completo com a diretora alvinegra a seguir:

1- Quando chegou ao Botafogo em Março, faltavam menos de duas semanas para o início da série A2 e o sendo foi montado às pressas. O primeiro contato entre as jogadoras foi três dias antes simplesmente da estreia. Com mais tempo no 2º semestre e a experiência acumulada nos primeiros meses de clube, o que você procurou mudar/melhorar de imediato?

Eu cheguei faltando duas semanas pra um campeonato brasileiro. Montamos às pressas. Por isso fomos os últimos da chave. Agora, com mais tempo, pude trazer algumas meninas de São Paulo, da Europa, mais precisamente da Croácia, e está dando pra fazer um bom trabalho. Tanto para o carioca quanto para o ano que vem. Espero que a gente chegue entre os quatro ou até na final.
Até mesmo as que chegaram pro brasileiro em março eram boas jogadoras, mas não houve tempo de adaptação física e preparação necessária. Agora, essas mesmas que chegaram no início do ano, estão contribuindo muito, além das novas.

2- Como vem acontecendo os incentivos financeiros para o fortalecimento do time?

O futebol feminino virou obrigatoriedade. Então, o Botafogo está ajudando mais por isso. Então, gradativamente, a gente vai tendo melhores condições. Mas o que eu busco é patrocínio. Fechamos com o Mano Maromba, que é uma marca de suplemento. Além de contribuir no patrocínio, ajuda nos suplementos alimentares. Estou tentando buscar mais patrocínio para alimentação, transporte.

“É tudo muito mais fácil em São Paulo. Porque aqui no Rio o futebol feminino está engatinhando, infelizmente”.

3- Você pôde montar um time um pouco mais forte para o campeonato estadual em relação à equipe feita em abril. O que buscou melhorar?

O futebol feminino aqui no Rio é muito atrasado em relação aos outros estados. Todos os outros estados ficaram antenados na obrigatoriedade da modalidade desde 2015, e já começaram a buscar patrocínios via leis de incentivo, recursos, tudo mais. Já o Rio, está pra trás.

Rose em seu primeiro dia de Botafogo, no fim de março.

4- Mesmo com goleadas avassaladoras nos dois primeiros jogos, a repercussão foi baixa. No que isso influencia em relação ao incentivo das atletas? Qual a diferença da visibilidade da modalidade no Rio para outros estados?

A cultura atrasada do futebol feminino no Rio choca até mesmo as novas meninas que vieram de outras regiões, por exemplo. Elas cobram da torcida não ir. Elas não entendem o porquê da ausência. Lá em Manaus, por exemplo, a gente colocava quase 30 mil pessoas no estádio. No Santos, 20 mil. No Rio, é mais difícil atrair o torcedor.

5- Há uma mobilização por parte de alguns torcedores para que o jogo contra o América ocorra no estádio Nilton Santos, como uma preliminar para o clássico entre Botafogo e Fluminense, pelo campeonato brasileiro masculino. O que acha da ideia?

Se a Federação autorizar (a partida no Nilton Santos) é uma ótima ideia. As meninas após a goleada disseram: “vencemos por 8 a 0, mas queríamos ter vencido por 8 a 0 junto com a torcida”. Elas gostam disso porque estão acostumadas. É uma chance de apresentar as meninas para a torcida. O futebol feminino chegou ao Brasil para ficar. E ele chegou no Botafogo também para ficar. As meninas querem a torcida. Pedem isso o tempo todo.

As alvinegras voltam a campo no sábado para enfrentar o Tupy pela terceira rodada do carioca. Uma vitória simples garante o Botafogo na fase final da competição. O jogo acontece às 15h no estádio Caio Martins, em Niterói.

2 Comments

2 Comments

  1. Gustavo Braune

    26/09/2019 at 22:06

    Como faz para participar ativamente da adesão?

  2. Renato

    27/09/2019 at 20:08

    Infelizmente não moro no Rio pra apoiar esse jogo no Niltão. Mas com certeza tem toda a minha torcida!!
    Esses jogos vão ficar pra história! Parabéns!!!

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Entrevista

Torcedor botafoguense que foi agredido por engano afirma: “meu sentimento pela torcida segue o mesmo!”

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A noite de quinta feira foi marcada por um tenso Botafogo x Flamengo. O jogo ficou em segundo plano. Com o rápido esgotamento dos ingressos no setor destinado a torcida do Flamengo, diversos torcedores rubro negros começaram a compartilhar na internet que iriam para a partida infiltrados na torcida do Botafogo.

Isso foi o estopim para que o clima de rivalidade esportiva ficasse em segundo plano. Enquanto os flamenguistas postavam mensagens dizendo que estariam nos setores do Botafogo, os alvinegros ameaçavam seus rivais, dizendo que seria feita uma “caça” aos rubro negros.

Dito e feito. Antes mesmo do jogo começar, já haviam diversos relatos de confrontos entre botafoguenses furiosos, flamenguistas abusados e policiais despreparados. Receita ideal para uma tragédia.

Já no final do jogo, após Lincoln balançar as redes do Botafogo, o torcedor Sérgio Fernando Pacheco Cavalcante resolveu deixar a arquibancada, voltando-se para a saída

Foi quando alguns vândalos partiram para cima de Sérgio, roubando sua camisa e celular. Ao ver o tumulto, muitos botafoguenses acreditaram se tratar de um flamenguista que havia comemorado o gol, voltando- se contra ele.


“Eu não me lembro de muita coisa. Lembro que, após o gol, resolvi sair da arquibancada. Depois disso, não lembro de mais nada.” – Afirmou Sérgio

Foi aí que Roberto Nascimento, segurança do Botafogo, entrou na história. Segundo ele, ao perceber um movimento estranho, viu Sérgio correndo de alguns botafoguenses.

Ele recomendou a Sérgio que se juntasse a ele. Foi aí que os agressores entraram em confronto com ambos. Roberto levou uma pancada na cabeça, ficando desacordado por alguns segundos. Por isso, afirma não lembrar de muita coisa da confusão.


“Eu via muitos flamenguistas na torcida do Botafogo, mas, enquanto segurança, não podia botar minha paixão acima da minha profissão.” – Afirmou o segurança, botafoguense

Após a confusão, Sérgio afirmou que seu sentimento pela torcida do Botafogo continua o mesmo.

O segurança Roberto acredita que os torcedores do Flamengo tem culpa nas agressões, por não respeitarem o espaço delimitado para a torcida do Botafogo.

A torcida do Botafogo está organizando uma campanha para pagar o valor integral da intervenção dentária de Sérgio, que perdeu um dente na confusão. Roberto quebrou uma costela, mas passa bem.

O Seleção Alvinegra, responsável pelo primeiro contato entre Sérgio e Roberto, acompanhará o caso de perto e trará mais informações sobre ambos.

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Entrevista

Caso Arão: Vice-presidente jurídico do Botafogo, Dr. Domingos Fleury, conta andamento do processo

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Após primeira vitória no caso, em Brasília, a reportagem da Seleção Alvinegra buscou uma palavra do vice-presidente jurídico do clube para explicar os detalhes e andamento desse processo

Na última quarta-feira, em Brasília, aconteceu o primeiro julgamento do caso envolvendo William Arão e Botafogo. Todos os ministros da quarta turma do Tribunal Superior do trabalho deram razão ao Botafogo e, por 3-0 votos, entenderam que o Botafogo tem razão em seus argumentos.

Mas, juridicamente, o que significa de fato essa primeira vitória do Botafogo no caso? O que pode acontecer daqui para frente?

A reportagem da SELEÇÃO ALVINEGRA  foi gentilmente atendida pelo VP jurídico do Botafogo, Dr. Domingos Fleury.

Fleury nos explica todo desenrolar do caso e nos explica pontualmente todos os passos no caso.

DECISÃO DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO

Primeiro ponto que precisa ficar definido é que o TST ( Tribunal Superior do Trabalho) decidiu, na última quarta-feira, que o recurso do Botafogo merece ser julgado novamente por eles. Eles entenderam que pode ter havido um erro no julgamento no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) do Rio. O Botafogo apresentou razões relevantes, em razão do Arão não ser terceiro, relativamente ao fato de não estar em vigor a nova norma da FIFA, na data de assinatura do contrato do Arão. Então, o fundamento desses dois argumentos, eles entenderam, por unanimidade, que o recurso merece de novo ser julgado em Brasília. Esse julgamento deverá ocorrer no dia 9 de outubro ou dia 16 do mesmo mês.


O QUE PODE ACONTECER APÓS O JULGAMENTO?


Não vamos especular sobre o que pode acontecer. Se o jogador voltará ao Botafogo, se o Botafogo será indenizado. O que foi decido foi que o caso deverá ser rejulgado. Daqui uns 15 dias, quando o caso for rejulgado, o tribunal vai estabelecer, se o Botafogo tiver ganho de causa, o que vai acontecer. Se os direitos federativos voltam ao Botafogo, se o Arão terá que retornar ao Botafogo, se o Botafogo terá que ser indenizado, se ele não poderá atuar por outra equipe, enquanto não acertar com o Botafogo. Tudo isso é uma decorrência do julgamento que vai ser proferido daqui 15 dias. Isso tudo só vai ficar claro após a decisão desse julgamento.

EVITAR ESPECULAÇÕES SOBRE O RESULTADO

Eu prefiro não falar nada agora. Porquê tudo que te falar agora, será pura especulação. Temos que ter um pouco de paciência, já que no dia 9 ou 16 de outubro, esse caso estará resolvido em definitivo e saberemos com mais detalhes tudo que vai acontecer, se Deus quiser, favorecendo ao Botafogo. O que vale registrarmos agora é que, por unanimidade, por 3-0 votos, o Tribunal Superior do Trabalho, entendeu que o Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro, não julgou corretamente a causa, e, portanto, vai rejulgar o recurso do Botafogo, reapreciar todas as questões e, finalmente, dar uma palavra final ao caso.

EXPECTATIVAS PARA O JULGAMENTO FINAL

Um relator já sinalizou que o Tribunal (TRT-RJ) não julgou bem nas questões colocadas pelo Botafogo. Pelo menos um relator, nós temos confiança que votará ao nosso favor. Consequentemente, ele votando ao nosso favor, à tendência é que os outros dois também possam ficar ao favor do relator. Estamos otimistas e aguardando o julgamento final desse caso.

Foto: Pedro Martins / Gazeta Press

William Arão foi contratado pelo Botafogo em 2015. Seu contrato ia até o final da temporada e tinha uma cláusula de renovação automática. Para isso, o Botafogo deveria depositar uma quantia de R$400 mil e o jogador passaria a ter mais um ano de vínculo com o clube. O alvinegro depositou essa quantia duas vezes, mas o jogador devolveu toda quantia.

Previsto em contrato, sua multa rescisória passaria a valer R$ 20 milhões, com os seus direitos econômicos sendo divididos com 70% do Botafogo e 30% com o jogador. 

Com o entendimento que essa cláusula feria a nova norma da FIFA, que proibia investidores terem direitos econômicos de jogadores, o Botafogo teve seus recursos indeferidos na justiça.

O departamento jurídico entende que, com uma nova determinação da FIFA, em que entende que os atletas não podem ser considerados terceiros, seus argumentos são válidos e a polêmica cláusula contratual tem valor.

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Entrevista

José Colagrossi: “se o Botafogo/SA der certo, vejo o Botafogo daqui a 5 anos de novo disputando títulos.”

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Com as novidades acerca da Botafogo/SA, José Passini foi até o diretor executivo do IBOPE, José Colagrossi, para conversar sobre o projeto. Ele disse que será parceiro no projeto, e ainda falou sobre a mensuração da quantidade de torcedores por times e dos irmãos Moreira Salles. Confira:

SELEÇÃO: Quando começou seu amor pelo Botafogo?

José Colagrossi: Quando ainda muito pequeno meu pai me levava para ver jogos em General Severiano. Quando fiz 15 anos entrei na torcida jovem, era responsável pelas bandeiras. Eu assistia os jogos do Botafogo assiduamente até 1985, inclusive fora do RJ. Peguei uma fase muito difícil, quando não ganhamos nada, com exceção de um Brasileiro (chamava-se Taça Brasil na época) numa final contra o Fortaleza no Maracanã. Mas, mesmo assim, não trocaria a paixão de ser botafoguense, e o que isso representa na minha vida, por nada.   

SELEÇÃO: Quais eram seus ídolos de infância?

José Colagrossi: Jairzinho, Paulo Cesar e, mais tarde, Mendonça e Marinho. 

SELEÇÃO: Você imaginou um dia ver o Botafogo na situação financeira catastrófica que está hoje?

José Colagrossi: Nunca imaginei ver o futebol brasileiro na situação catastrófica que hoje se encontra. Infelizmente foi uma sucessão de erros cometidos ao longo de décadas, que agora se corrige. Botafogo nunca teve a maior torcida, nunca foi recordista de títulos, mas até os anos 70 sempre teve times extraordinários. As seleções de 1958, 1962 e 1970 tinham o Botafogo (e Santos) como base. Até hoje o Botafogo é o time que mais cedeu jogadores a Seleção Brasileira em Copas do Mundo. Me incomoda muito ver os mais jovens torcedores de outros times acharem que o Botafogo é time menor por causa de sua história recente. Temos uma das histórias mais ricas do futebol brasileiro. Basta estudar! 

SELEÇÃO: Você pretende fazer parte da “Botafogo/SA”?

José Colagrossi: Minha contribuição será como parceiro, como fazemos hoje. 

SELEÇÃO: Como você vê o Botafogo daqui a 5 anos?

José Colagrossi: Depende do sucesso do projeto SPE. Torço e rezo que seja implementado. Existe uma legião de botafoguenses doidos para ajudar o clube mas relutantes em fazer isso no modelo atual. Se o Botafogo SA der certo, vejo o Botafogo daqui a 5 anos de novo disputando títulos, com uma dívida manejável, com mais de 100 mil sócio torcedores e, de novo, celeiro de craques e cedendo jogadores a Seleção Brasileira. Prefiro não traçar um panorama de 5 anos sem a SPE porque seria muito sofrido. Temos que fazer isso dar certo!


SELEÇÃO: Com a efetivação do projeto desenhado pela E&Y, você vê o Botafogo voltando a ser uma potência continental?

José Colagrossi: O objetivo deve ser, sempre, se tornar uma potência nacional, o que já fomos por muito tempo. Se isso acontecer, o resto todo se acerta automaticamente.  

SELEÇÃO: Daqui a 30 anos, como estará o Botafogo?

José Colagrossi: Com a SPE, muito bem.


SELEÇÃO: Como veremos os irmãos Moreira Salles depois deste período?

José Colagrossi: Como botafoguenses que lideraram a grande virada que trouxe o clube de volta ao seu futuro.


SELEÇÃO: O IBOPE é responsável por algumas pesquisas referentes à quantidade de torcedores por clubes.Muitos torcedores questionam o resultado dessas pesquisas, apontando que seu time está com torcedores de menos ou que o rival está com torcedores de mais. Como você vê isso?

José Colagrossi: Como conversa de torcedor, que sempre acha que seu time é o maior e melhor. Fazemos centenas de pesquisas todos os anos, e a de tamanho de torcida tem a “honra” de ser criticada por todos. Todos afirmam que suas torcidas são maiores e as dos times rivais são menores do que mostramos. Natural quando se trata de futebol.  



SELEÇÃO: Você é especialista em marketing esportivo e em análise de impacto e eficiência de patrocínio em esporte. Como você vê um clube como o Botafogo estar sem patrocínio master (sem contar a Caixa) a tanto tempo? Você considera o Botafogo um clube que traz retorno financeiro a quem o patrocina?

José Colagrossi: Comprovadamente, sim. Botafogo foi um ótimo investimento para a Caixa. Vivemos um momento de transição no mercado de patrocínio. O Botafogo vai voltar a ter um patrocinador máster.  

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