Connect with us
http://selecaoalvinegra.com.br/wp-content/uploads/2019/02/ANUNCIE.jpg

Preto no Branco

Grêmio 3-0 Botafogo: medo do mar

Published

on

Quando a rodada do Brasileirão começa, já nos preocupamos mais com os adversários diretos do que com nossa partida. Isto porque os outros têm nos ajudado mais do que nós mesmos. A onda passa, mas o Botafogo não surfa. Pior que isso: estamos com medo do mar.

Assistir aos jogos do Alvinegro é um sacrifício. Fora de casa, então, sequer temos esperança de pontuar. Acostumar-se com isso é um atentado à nossa história. O elenco é mal montado, o planejamento não existe e a prática é ainda pior que o papel – mas o mais inaceitável é a falta de vontade.

Não é exagero afirmar que, hoje, o Botafogo tem o pior futebol do país. Um jogo moroso, lento, preguiçoso, sem intensidade e sem qualidade. Até mesmo os virtualmente rebaixados Avaí e Chape demonstram mais lampejos do que nós. E isso é preocupante demais.

Um time lento, liderado pelo patético Cícero, que caminhou em campo durante todo o campeonato sem perder sua titularidade, sem explosão, sem jogadas ensaiadas, sem sequer ter ideia do que fazer com a bola no campo ofensivo. Faltam dez rodadas, trinta pontos, e é difícil saber de onde tiraremos mais 12.

Ninguém aguenta mais. A torcida não pode e não merece ser maltratada desta forma. Se a displicência é proposital, que tirem dinheiro de algum lugar e paguem os salários – e, ao fim do ano, mandem todos esses merdas embora. Diretoria, jogadores, comissão técnica… todos pra rua. Vida nova.

Na próxima quinta-feira, temos uma decisão para jogar em casa. Desta vez, o Cruzeiro – que vem muito mal no campeonato, mas tem um ótimo elenco e pode ser um adversário traiçoeiro. Juntemos nossas forças como fizemos contra o CSA – pois já deu para ver que não podemos depender deste time.

NOTAS

Gatito Fernández: 4,5
Fez duas boas defesas no segundo tempo, mas hoje não esteve bem. Virou o rosto no primeiro gol, foi com as mãos moles na bola na trave e ficou olhando Tardelli invadir a área ao invés de sair para dividir no segundo gol.

Marcinho: 5
Na frente, foi bem nos cruzamentos – colocou uma na cabeça de Victor Rangel, que inexplicavelmente não cabeceou, e outra para Diego Souza, que jogou para fora, sem goleiro. Na defesa, assim como todos os outros, foi envolvido pela intensidade do Grêmio.

Joel Carli: zero
Errou absolutamente tudo. Deu condição e não acompanhou o facão de Maicon no primeiro gol, deu o segundo de presente e esteve péssimo fisica e tecnicamente. Já foi muito importante, mas hoje precisa ficar no banco.

Gabriel: 7
O único a se salvar na defesa. Bons bloqueios e cortes em meio a um setor defensivo completamente perdido e envolvido. Quase fez um gol de cabeça, mas parou em Paulo Victor – que, hoje, resolveu agarrar.

Yuri: 4
Também não deu conta dos avanços do Grêmio. No campo ofensivo, pouco apareceu.

Cícero: 2
Mais uma partida patética, vergonhosa e desrespeitosa. Sua titularidade precisa ser explicada em CPI. Não é possível que nenhum técnico enxergue a sua passividade em campo, deixando um rombo em nossa intermediária.

João Paulo: 4,5
Correu por dois, mas tomou muitas decisões erradas. Se perdeu junto com o time.

Luiz Fernando: 3
Passou o jogo todo se escondendo. Parece estar com medo de jogar. O lampejo contra o CSA foi alarme falso. Precisa de um acompanhamento psicológico.

Leo Valencia: 4
Errou todos os cruzamentos em bolas paradas e pouco participou com a bola rolando. Não sabe o significado da palavra “recomposição”. O Grêmio fez o jogo quase todo em suas costas.

Diego Souza: 3
Ritmo de jogo de masters. É mais útil na frente, onde pelo menos colabora com a qualidade nas finalizações. No meio, pesado e lento, não arma e não dá combate. Um pouco de preguiça e má vontade também.

Victor Rangel: 3,5
Corre muito, mas é péssimo jogador. Até quando acerta, erra: virou linda bicicleta, mas conseguiu errar o gol a menos de 5 metros. Desperdiçou boa chance em cruzamento de Marcinho ao simplesmente não golpear a bola. É constrangedor vê-lo brigando com a bola. Sequer tem cacoete de jogador. Mas é esforçado…. poderia fundar uma equipe de atletismo com Pimpão.

Igor Cássio: 4
Centroavante, foi colocado para jogar aberto pela ponta. Nunca funcionará assim.

Alex Santana: 4
Sem ritmo de jogo, pouco participou da partida. Arriscou dois chutes ruins.

Rhuan: 3
Entrou com o jogo já perdido, mas não conseguiu dar sequência a nenhuma jogada. Precisa de um tempo maior para mostrar algo.

Alberto Valentim: 2
Time sem vontade, sem plano de jogo, totalmente arreganhado pelos lados e espaçado entre os setores. A insistência com Cícero e Victor Rangel é inexplicável. Sem chances para Bochecha, coloca Igor Cássio fora de posição. Muita coisa a corrigir ainda.

1 Comment

1 Comment

  1. ANDRE BALDON FLORES

    28/10/2019 at 7:49

    Já falo isso faz tempo: esse Botafogo é o pior time do campeonato.

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Preto no Branco

Athletico 1-0 Botafogo: ninguém joga pior que a gente

Published

on

Nada de novo sob o Sol. Se o torcedor vai para o Estádio Nilton Santos preparado para uma guerra, ele assiste aos jogos fora de casa esperando por um milagre. Pela sétima vez consecutiva, o Botafogo saiu de campo derrotado atuando como visitante.

Não tem como esperar nada de diferente. Inoperante, apático, perdido e inofensivo, o Alvinegro é presa fácil para qualquer time que jogue futebol. É constrangedor ver como não conseguimos ser minimamente competitivos. Começar os jogos já sem esperança de vitória têm sido a tônica em 2019.

O trabalho de Alberto Valentim, como esperado, é pavoroso. A defesa é completamente exposta e facilmente infiltrável; o meio-campo é lento, pesado e sem nenhuma criatividade; no ataque, a bola pouco chega. Simplesmente não sabemos o que fazer com a bola.

A responsabilidade está totalmente nas costas da torcida. Não é exagero dizer que seremos nós a evitar mais um rebaixamento e até um possível desmoronamento do projeto de profissionalização do clube. Se #NinguémAmaComoAGente, dá pra afirmar, também, que ninguém joga pior que a gente.

Os salários seguem atrasados e isso reflete claramente em campo. Garotos nervosos, medalhões passeando e o Botafogo tomando no rabo. Parabéns ao Mais Botafogo por transformar um ano tranquilo em mais um desespero sem fim. Espero que eles paguem a conta sozinhos e sumam do clube para sempre.

NOTAS

Diego Cavalieri: 6,5
Sem culpa no gol, ainda fez algumas boas defesas durante a partida.

Fernando: zero
É inaceitável que este rapaz continue atuando pelo clube. Além de fraquíssimo é irresponsável; tentou pedalar no campo de defesa, perdeu a bola e originou o único gol da partida. Improvisem o Rickson, chamem alguém da base, mas sumam com este imbecil.

Joel Carli: 6
Seguro nas jogadas pelo alto e na saída de bola. Arriscou ajudar no ataque, mas sem muito jeito. Novamente recebeu cartão amarelo por reclamação e perderá mais uma partida – fato bastante repetitivo nesta temporada.

Gabriel: 6
Também esteve seguro e segurou as pontas pelo lado esquerdo da defesa.

Lucas Barros: 4,5
Visivelmente nervoso, ainda não se encontrou entre os profissionais. Dois bons dribles na linha de fundo, mas não caprichou nos cruzamentos.

João Paulo: 8
Jogou sozinho no meio-campo. Marcou por ele, pelos volantes, pelos laterais e pelos extremos. Desta forma, ficou sem tempo para auxiliar na criação. Correu demais.

Cícero: 4
Displicente e preguiçoso, caminhou em campo na maior parte do tempo. Perdeu duas das quatro únicas chances do Botafogo: uma cabeçada pra fora e um chute no meio do gol, com a visão aberta. Sua titularidade é simplesmente inexplicável.

Alex Santana: 3
Esteve em campo? Desde que voltou de lesão, pouco foi visto. Se não está pronto, que fique de fora se recuperando.

Luiz Fernando: 3
Apagado, limitou-se a tentar driblar e perder a bola. De bom, apenas uma caneta em Camacho – que consegue ser mais fraco que ele. Seu retorno ao time titular, após péssima sequência e uma expulsão contra o rival, é inacreditável.

Leo Valencia: 3
Errou todos os passes e dribles que tentou. No fim, desperdiçou grande chance ao não conseguir dominar a bola dentro da área. Nas bolas paradas, contrariando a lenda urbana de que este é seu ponto forte, teve péssimo aproveitamento.

Igor Cássio: 3
Não foi bem no ataque, interrompendo jogadas com erros bobos. Não deu sequência em nada. Ainda deu o azar de cometer um pênalti, cobrado para fora.

Rhuan: 4
Entrou dando velocidade, mas também pouco produziu. Não esteve inspirado como na última partida. Ainda assim, merecia a titularidade.

Marcos Vinícius: sem nota
É o retrato do Mais Botafogo em campo. Nenhum planejamento para isto. Totalmente sem ritmo de jogo e fora de forma.

Diego Souza: 4,5
Tentou duas boas arrancadas, mas foi desarmado. Ao menos, prendeu um pouco a bola. Não está bem e sua temporada é, de certa forma, decepcionante – mas, num time tão fraco tecnicamente, precisa estar em campo. Perdeu ótima chance no fim.

Alberto Valentim: zero
Seu trabalho é horroroso até aqui. Penetrar nossa defesa é mais fácil que roubar doce de criança. Os laterais não fecham, os pontas não recompõem e os volantes não dão combate. O meio-campo é lento, pesado e totalmente sem criatividade. Insiste em Cícero e Luiz Fernando como titulares. Não há nenhuma jogada trabalhada no ataque, é tudo ao acaso. Seria melhor ter mantido o Lazaroni.

Continue Reading

Preto no Branco

Botafogo 2-0 Avaí: lugar de gente maluca

Published

on

A sexta-feira passou. O sábado também. O domingo se arrastou. Observei a rodada, como quem não liga muito, e fingi não me importar com os resultados. Estava puto. Já que meu time não se ajuda, não sou eu quem vai se preocupar. Que ganhe qualquer um.

Dessa forma, ganharam todos os que nos interessavam. Mais uma vez, como em diversas oportunidades nesta temporada, a sorte sorriu para nós. Nossos concorrentes perderam. O caminho estava livre. “E esse é o problema!”, bradou o alvinegro. Não. Não hoje.

Segunda-feira. Temporal. Time na zona de rebaixamento. Salários atrasados. Mas algo brilha. Ao colocar o pé na rua, o caminho me chama atenção. É familiar. Ah, claro – estava novamente indo para o jogo. Apesar de muita gente em nossa cidade ter “conhecido” o esporte agora, sempre estivemos aqui. E chegamos.

Às 17h, cheguei ao Estádio Nilton Santos. Éramos apenas eu e mais uma meia dúzia. Até que um cenário repetitivo começa a se formar: mais uma vez, essa torcida de loucos apaixonados daria show. Não por ser a mais rica ou a mais protegida; mas por ser a mais apaixonada.

Foda-se o fim de semana. “Vida” é só tudo o que acontece entre dois jogos do Botafogo. Esperei ansiosamente para poder estar com meus irmãos de camisa em nossa casa. O Estádio Nilton Santos é lugar de gente maluca. Falem o que quiserem.

Novamente, demos um show. Ignoramos mais uma péssima atuação do time, demos uma aula de arquibancada e empurramos o Glorioso a mais uma vitória. Em nossa casa, os três pontos ficam. E assim será até o fim do ano.

Chegamos aos 36 pontos. Pela média do campeonato, falta pouco. Caso vençamos os três confrontos que nos restam em casa, estaremos a salvo. E a partir daí, meus amigos, entramos em um novo patamar. Posto isto, se entreguem; nosso barulho poderá salvar o clube.

NOTAS

Gatito Fernández: 5,5
Embora aparentando um pouco de preguiça, esteve presente quando exigido.

Rickson: 5
Improvisado e exposto, ao menos não comprometeu. Quase queimado pela péssima montagem de elenco.

Joel Carli: 6,5
Seguro nas bolas pelo alto, deu conta quando foi exigido.

Gabriel: 6,5
Apesar do cartão amarelo bobo pelo lado direito logo no começo, conseguiu equilíbio e cumpriu sua missão. É o mais regular do time.

Yuri: 7
Após boa aparição contra o Flamengo, mostrou personalidade e fez outro bom jogo. Marcou bem e saiu com personalidade.

Cícero: 6
Premiado ao participar do lance do gol contra, onde lançou para ninguém. Durante a partida, apenas um chute perigoso; no restante, deu alguns espaços e cercou com bastante preguiça. Que bom seria ter um jogador 100% focado.

João Paulo: 6,5
No início estava atrapalhado e afobado. A partir da metade do primeiro tempo, se encontrou e ajudou o Botafogo a controlar um pouco mais o jogo.

Leo Valencia: 2
Errou praticamente tudo o que tentou; passes, lançamentos, cruzamentos e chutes, perdeu uma boa chance de gol e recompôs mal. Ainda assim, jogou os 90 minutos.

Alex Santana: 4
Totalmente sem ritmo, nada acrescentou. Perdeu boa chance de gol, não fechou a região central do campo e pouco mostrou da sua transição ao ataque.

Rhuan: 7,5
O mais lúcido do time. Apareceu bem, mostrou personalidade, foi para cima, recebeu faltas e ainda deixou Igor Cássio na cara do gol. Inexplicavelmente substituído. Merece mais chances.

Igor Cássio: 5
Correu bastante, mas pecou ao perder a chance mais clara do jogo. Faltou cancha para matar o jogo. No segundo tempo, foi deslocado para o lado e perdeu sua função principal.

Lucas Campos: 6
Manteve a característica de velocidade pelo lado e sofreu o pênalti que sacramentou o resultado. Útil ao sair do banco.

Jean: sem nota
Entrou para preencher espaços. Pouco apareceu.

Diego Souza: 6,5
Vinha discreto até chamar totalmente a responsabilidade no pênalti. Ao fazer, correu para a galera e declarou sua guerra a Valentim. Pelo barulho da torcida, ele é o favorito nessa. Mas precisa entregar-se mais que isto.

Alberto Valentim: zero
Preciso ser condizente com o que vi em campo. Um time totalmente desestruturado, que deu graças a deus por um gol contra improvável e foi dominado durante quase toda a partida por um time já rebaixado. A concepção de equipe, hoje, inexiste. Seremos presas fáceis contra quaisquer adversários – como estávamos sendo nas últimas partidas. Muita coisa precisa melhorar para oferecermos algum perigo a Athletico, Corinthians, Chape, Internacional Galo e Ceará. Bizarro ao substituir o melhor jogador em campo disparado. O que ele estava fazendo ao invés de ver o jogo? Horripilante, assustador. Espero que melhore muito.

Continue Reading

Preto no Branco

Botafogo 0-1 flamengo: nós contra todos

Published

on

O confronto de hoje foi atípico. Infelizmente, fugimos do futebol. Desde o pré-jogo, percebíamos o clima hostil dentro de nossa casa. Precisávamos responder. Deixou de ser um jogo de Brasileirão; dentro da rodada, passou a ser uma partida contra o Flamengo, a polícia e o BEPE.

Desde já, confesso: não assisti à partida. Para entender o que se passou em campo, precisei assistir ao VT do confronto. Isto porque, desde o início, antes mesmo de entrar no estádio, precisei me preocupar com a torcida deles.

Não porque invadiriam, óbvio; jamais teriam esta coragem. Foram poucos os que se aventuraram a tentar assistir o confronto em nosso setor principal. O problema foi a atuação da polícia – que, desde várias horas antes do jogo, já mostrava o seu lado. Fomos desrespeitados, desprestigiados e até afrontados em nossa própria casa.

Fui para torcer. Apesar disso, desde a hora em que cheguei, fui atingido por ataques da polícia – que variavam desde abordagens desnecessárias até confrontos corporais. Antes e depois do jogo, a Polícia Militar mostrou todo o seu despreparo por agir contra uma massa que só queria apoiar seu time. Ao quererem conter cinco ou seis, atingiram milhares. São incapazes.

Dentro de campo, enfrentamos muitas pessoas. E os menos perigosos eram os jogadores do flamengo – que, diante de nossa postura, pouco fizeram. Apesar de limitado, nosso time brigou e deu a vida em campo. A enorme superioridade, tão afirmada pelos comentaristas, não apareceu.

Mas, infelizmente, o futebol ficou em segundo plano. Sequer consigo me ater ao que aconteceu em campo. Muita gente foi violentada dentro e fora do nosso estádio e nada será feito. O despreparo de nossa polícia – o que foge do âmbito do esporte, sabemos – prejudicou diversar famílias.

Nas quatro linhas, fomos valentes. Na primeira etapa, inclusive, fomos melhores. O Glorioso marcou bem e se impôs nos contra-ataques. Quase marcamos em alguns momentos. Mas com a expulsão e o cansaço, o time da lagoa conseguiu um gol nos minutos derradeiros.

Apesar do susto e do resultado final, estaremos no Estádio Nilton Santos na próxima segunda-feira. A torcida reconheceu o esforço e até aplaudiu a atuação, embora o futebol tenha sido praticamente ignorado hoje. Peço desculpas, mas não consigo comentar tamanha incompetência.

No dia de hoje, não pude comentar futebol. Não o vi. Em meio a spray de pimenta, escolta de torcedores rivais em nossa arquibancada, gás lacrimogêneo e cacetetes, não pude me ater ao que mais gosto. Só lamento pela Polícia Militar do Rio de Janeiro.

Dentro da tabela do campeonato nacional, precisamos nos recuperar. Diante dos resultados improváveis desta quinta-feira, entramos em uma zona desconfortável. A vitória contra o Avaí é obrigatória e, a partir de lá, voltamos a falar de futebol. Por enquanto, nos resta lamentar a noite de hoje.

NOTAS (colaborou: Fabiano Bandeira)

Gatito Fernández: 6
Foi bem menos exigido do que esperado. Aparentou alguma displicência em bolas aéreas, mas não comprometeu.

Fernando: 5,5
Falhou na recomposição no gol. Gerou alguns contra-ataques por falhas técnicas.

Joel Carli: 7
Foi importante no xadrez do jogo, sabendo jogar. Foi bem na bola aérea e colou em Bruno Henrique. Poderia ter sido perfeito ao evitar ao gol.

Gabriel: 7,5
Foi muito bem, desde a marcação até a saída de bola. Se portou bem contra o forte ataque do flamengo.

Yuri: 6,5
Se portou bem também na marcação. Faltou presença forte no campo de ataque, mas anulou Everton Ribeiro e Rafinha.

Cícero: 5
Não apareceu muito, apesar de ter ajudado na marcação.

João Paulo: 8
Apareceu em todas as partes do campo. Marcou forte e ajudou na saída de bola. É o espírito deste time.

Alex Santana: 5
Ainda sem ritmo, pareceu ter sua volta apressada. Pouco colaborou com o time referente ao seu ritmo habitual.

Luiz Fernando: 3
Perdeu grande chance de marcar e, posteriormente, foi infantilmente expulso. Tornou-se o vilão do clássico.

Leo Valencia: 6
Recompôs bem e mostrou qualidade na bola no pé. Ajudou no campo de ataque.

Igor Cássio: 6,5
Segurou bem as jogadas, ajudou nas tramas ofensivas e quase fez um belo gol.

Jean: 5
Sem ritmo, tirou a qualidade do time no meio. Apavorado em alguns lances, cometeu faltas desnecessárias.

Lucas Barros: sem nota
Pouco tempo em campo.

Victor Rangel: sem nota
Graças a deus, pouco tempo em campo.

Alberto Valentim: 6,5
Fechou bem os lados e saiu bem nos contagolpes. O time foi superior no primeiro tempo, mas cansou e foi muito prejudicado pela expulsão de Luiz Fernando. Anulou as principais armas do Flamengo, mas foi punido no fim.

Continue Reading

Videos da Seleção

Mais Notícias

Preto no Branco17 horas ago

Athletico 1-0 Botafogo: ninguém joga pior que a gente

Nada de novo sob o Sol. Se o torcedor vai para o Estádio Nilton Santos preparado para uma guerra, ele...

Dossiê Alvinegro2 dias ago

Dossiê alvinegro – Athletico x Botafogo

Desesperado por pontos, alvinegro enfrenta um Athletico imponente como mandante e há sete jogos sem perder no brasileiro. Valentim volta...

História4 dias ago

Didi: o homem que preferiu o Botafogo ao Real Madrid

“Acabou a sopa deles. Agora é a nossa vez. Vamos encher a caçapa desses gringos de gols!”, falou Didi com...

Preto no Branco6 dias ago

Botafogo 2-0 Avaí: lugar de gente maluca

A sexta-feira passou. O sábado também. O domingo se arrastou. Observei a rodada, como quem não liga muito, e fingi...

Entrevista1 semana ago

Torcedor botafoguense que foi agredido por engano afirma: “meu sentimento pela torcida segue o mesmo!”

A noite de quinta feira foi marcada por um tenso Botafogo x Flamengo. O jogo ficou em segundo plano. Com...

Preto no Branco1 semana ago

Botafogo 0-1 flamengo: nós contra todos

O confronto de hoje foi atípico. Infelizmente, fugimos do futebol. Desde o pré-jogo, percebíamos o clima hostil dentro de nossa...

Dossiê Alvinegro2 semanas ago

Dossiê Alvinegro – Botafogo x Flamengo

Em duelo que marca desequilíbrio de momentos, clássico da rivalidade ultrapassa as quatro linhas novamente De um lado, crise política,...

História2 semanas ago

Gérson no Botafogo: a saída do Flamengo, o ponto de ônibus e a ostentação alvinegra para comprar o meia

Todo botafoguense já conhece a história do dia que o time do Flamengo saiu de campo para não ser humilhado...

Preto no Branco2 semanas ago

Santos 4-1 Botafogo: ninguém ama como a gente

Eu poderia falar de ódio. De rancor, de raiva, de sofrimento, de tristeza, de desespero. Poderia falar, mais uma vez,...

Preto no Branco2 semanas ago

Botafogo 0-2 Cruzeiro: coisas não ditas

Há 17 anos, estava na arquibancada do Caio Martins, contra o São Paulo, vendo o gol do Dill, que decretou...

Mais Vistas