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Preto no Branco

Santos 4-1 Botafogo: ninguém ama como a gente

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Eu poderia falar de ódio. De rancor, de raiva, de sofrimento, de tristeza, de desespero. Poderia falar, mais uma vez, sobre abandono, despreparo, incompetência e amadorismo. Mas, hoje, apesar de tudo, vou falar de amor. E a primeira lágrima já escorreu.

Hoje, com 12 minutos, desisti do jogo. Dois gols nas costas, uma postura ridícula e nenhuma expectativa de ver algo de bom. Vesti minha roupa, mesmo sem saber para onde iria, e saí de casa sem rumo. Ao passar pelo bar, vi que o jogo passava na TV. Timidamente, encostei.

O massacre se confirmou e perdemos mais uma. Mas, de longe, avistei um coroa botafoguense. Aos poucos fui chegando perto e, quando percebi, já conversávamos sobre a nossa história. O panorama atual causa desgosto, mas eu já havia quase me esquecido de todas as nossas glórias.

A conversa durou algumas horas. Já combinávamos a cerveja do jogo derradeiro, contra o Ceará, na última rodada. O resultado pouco importava, sabíamos; independente da trajetória até lá, nosso amor não mudaria. E isso precisamos admitir: ninguém ama como a gente.

O Botafogo de hoje nos mata aos poucos. Mas, se o clube for morrer, morreremos juntos; eu é que não vou abandoná-lo. Não por esses merdas que hoje estão lá, mas por nossa camisa. Essa Estrela que presenciou tantas coisas boas não pode correr o risco de viver seus últimos dias sem que eu esteja lá.

Não vou, aqui, fazer campanha. Sequer tenho coragem de convocar a torcida. Apesar do que declarou um ex-dirigente, não foi a torcida que abandonou o clube; foi a instituição que, através de anos e anos de amadorismo, se afastou da própria torcida.

O que existe atualmente não representa em nada o Glorioso pelo qual nos apaixonamos. E é por esse amor utópico e distante que lutarei até o fim dos meus dias. Flamengo, Avaí, Corinthians, Internacional e Ceará. São as próximas cinco batalhas. Podem ser as últimas. E eu estarei lá.

NOTAS

Gatito Fernández: 5
Fez algumas boas defesas, devido à facilidade com a qual o Santos chegava ao ataque. Por outro lado, falhou no gol de Marinho e poderia ter defendido o segundo gol de Soteldo.

Fernando: 2
Entregou a bola no segundo gol do Santos e foi driblado com extrema facilidade no quarto. Sua ruindade faz com que não possamos improvisar Marcinho mais à frente.

Joel Carli: 3
Facilmente superado pela velocidade do ataque santista. Vendido em várias bolas aéreas – inclusive no lance do primeiro gol, logo aos dois minutos. Ainda perdeu grance chance quando o jogo ainda estava 2 a 1.

Gabriel: 5
Vacilou na disputa pelo alto no primeiro gol. Mesmo assim, mesmo sem grande atuação, foi o melhor da equipe novamente.

Yuri: 3
Parecia uma criança ao marcar Marinho. Driblado por diversas vezes com muita facilidade. Não vem suportando a pressão da titularidade.

Wenderson: 4
Pareceu estar sem função estabelecida, o que é um erro do treinador. Cercava, mas não dava combate. Às vezes permissivo. Complicado jogá-lo no time assim.

João Paulo: 4,5
Brigou bastante, mas deu alguns botes errados que nos colocaram em perigo. No gol de Marinho e em outra chance dele na segunda etapa, por exemplo. Acabou envolvido pela discrepância da partida.

Igor Cássio: 6
Ainda que inexplicavelmente escalado como ponta, foi quem mais levou perigo. Bem posicionado nas bolas paradas, guardou um gol e quase fez outro. Esforçado até na marcação. Precisa ser escalado como centroavante.

Gustavo Bochecha: 3,5
Não esteve em um bom dia. Com o Botafogo dominado desde o início, não conseguiu impor seu ritmo. Pouco participou da partida.

Marcinho: 6
Novamente adiantado, não foi mal. Bem perigoso nas bolas paradas – por quê não bate todas? Assistência para o gol de Igor e outras bolas perigosas. Tem técnica para jogar à frente; o problema é a entrada de Fernando.

Victor Rangel: 3
Prefiro não comentar mais para não ser deselegante. Me limito a dizer: espero que tenha sido a última vez que o vi com a camisa do meu time. Está na profissão errada.

Alex Santana: 4
Pouco acrescentou ao time. Infelizmente, o longo tempo fora por lesão tirou totalmente seu ritmo de jogo. Estamos precisando de suas características, como o chute de fora e a aproximação no campo ofensivo.

Vinicius Tanque: 3
Fraquíssimo. Nada fez. E nada fará.

Leo Valencia: 4
Correu, brigou, mas nada produziu.

Alberto Valentim: zero
Já está completamente perdido. Mudou diversas peças, posicionamentos e arreganhou o time mais uma vez. Precisa ajeitar, primeiramente, a defesa. O time está uma peneira. Mas a culpa era do Barroca…

Preto no Branco

Athletico 1-0 Botafogo: ninguém joga pior que a gente

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Nada de novo sob o Sol. Se o torcedor vai para o Estádio Nilton Santos preparado para uma guerra, ele assiste aos jogos fora de casa esperando por um milagre. Pela sétima vez consecutiva, o Botafogo saiu de campo derrotado atuando como visitante.

Não tem como esperar nada de diferente. Inoperante, apático, perdido e inofensivo, o Alvinegro é presa fácil para qualquer time que jogue futebol. É constrangedor ver como não conseguimos ser minimamente competitivos. Começar os jogos já sem esperança de vitória têm sido a tônica em 2019.

O trabalho de Alberto Valentim, como esperado, é pavoroso. A defesa é completamente exposta e facilmente infiltrável; o meio-campo é lento, pesado e sem nenhuma criatividade; no ataque, a bola pouco chega. Simplesmente não sabemos o que fazer com a bola.

A responsabilidade está totalmente nas costas da torcida. Não é exagero dizer que seremos nós a evitar mais um rebaixamento e até um possível desmoronamento do projeto de profissionalização do clube. Se #NinguémAmaComoAGente, dá pra afirmar, também, que ninguém joga pior que a gente.

Os salários seguem atrasados e isso reflete claramente em campo. Garotos nervosos, medalhões passeando e o Botafogo tomando no rabo. Parabéns ao Mais Botafogo por transformar um ano tranquilo em mais um desespero sem fim. Espero que eles paguem a conta sozinhos e sumam do clube para sempre.

NOTAS

Diego Cavalieri: 6,5
Sem culpa no gol, ainda fez algumas boas defesas durante a partida.

Fernando: zero
É inaceitável que este rapaz continue atuando pelo clube. Além de fraquíssimo é irresponsável; tentou pedalar no campo de defesa, perdeu a bola e originou o único gol da partida. Improvisem o Rickson, chamem alguém da base, mas sumam com este imbecil.

Joel Carli: 6
Seguro nas jogadas pelo alto e na saída de bola. Arriscou ajudar no ataque, mas sem muito jeito. Novamente recebeu cartão amarelo por reclamação e perderá mais uma partida – fato bastante repetitivo nesta temporada.

Gabriel: 6
Também esteve seguro e segurou as pontas pelo lado esquerdo da defesa.

Lucas Barros: 4,5
Visivelmente nervoso, ainda não se encontrou entre os profissionais. Dois bons dribles na linha de fundo, mas não caprichou nos cruzamentos.

João Paulo: 8
Jogou sozinho no meio-campo. Marcou por ele, pelos volantes, pelos laterais e pelos extremos. Desta forma, ficou sem tempo para auxiliar na criação. Correu demais.

Cícero: 4
Displicente e preguiçoso, caminhou em campo na maior parte do tempo. Perdeu duas das quatro únicas chances do Botafogo: uma cabeçada pra fora e um chute no meio do gol, com a visão aberta. Sua titularidade é simplesmente inexplicável.

Alex Santana: 3
Esteve em campo? Desde que voltou de lesão, pouco foi visto. Se não está pronto, que fique de fora se recuperando.

Luiz Fernando: 3
Apagado, limitou-se a tentar driblar e perder a bola. De bom, apenas uma caneta em Camacho – que consegue ser mais fraco que ele. Seu retorno ao time titular, após péssima sequência e uma expulsão contra o rival, é inacreditável.

Leo Valencia: 3
Errou todos os passes e dribles que tentou. No fim, desperdiçou grande chance ao não conseguir dominar a bola dentro da área. Nas bolas paradas, contrariando a lenda urbana de que este é seu ponto forte, teve péssimo aproveitamento.

Igor Cássio: 3
Não foi bem no ataque, interrompendo jogadas com erros bobos. Não deu sequência em nada. Ainda deu o azar de cometer um pênalti, cobrado para fora.

Rhuan: 4
Entrou dando velocidade, mas também pouco produziu. Não esteve inspirado como na última partida. Ainda assim, merecia a titularidade.

Marcos Vinícius: sem nota
É o retrato do Mais Botafogo em campo. Nenhum planejamento para isto. Totalmente sem ritmo de jogo e fora de forma.

Diego Souza: 4,5
Tentou duas boas arrancadas, mas foi desarmado. Ao menos, prendeu um pouco a bola. Não está bem e sua temporada é, de certa forma, decepcionante – mas, num time tão fraco tecnicamente, precisa estar em campo. Perdeu ótima chance no fim.

Alberto Valentim: zero
Seu trabalho é horroroso até aqui. Penetrar nossa defesa é mais fácil que roubar doce de criança. Os laterais não fecham, os pontas não recompõem e os volantes não dão combate. O meio-campo é lento, pesado e totalmente sem criatividade. Insiste em Cícero e Luiz Fernando como titulares. Não há nenhuma jogada trabalhada no ataque, é tudo ao acaso. Seria melhor ter mantido o Lazaroni.

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Preto no Branco

Botafogo 2-0 Avaí: lugar de gente maluca

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A sexta-feira passou. O sábado também. O domingo se arrastou. Observei a rodada, como quem não liga muito, e fingi não me importar com os resultados. Estava puto. Já que meu time não se ajuda, não sou eu quem vai se preocupar. Que ganhe qualquer um.

Dessa forma, ganharam todos os que nos interessavam. Mais uma vez, como em diversas oportunidades nesta temporada, a sorte sorriu para nós. Nossos concorrentes perderam. O caminho estava livre. “E esse é o problema!”, bradou o alvinegro. Não. Não hoje.

Segunda-feira. Temporal. Time na zona de rebaixamento. Salários atrasados. Mas algo brilha. Ao colocar o pé na rua, o caminho me chama atenção. É familiar. Ah, claro – estava novamente indo para o jogo. Apesar de muita gente em nossa cidade ter “conhecido” o esporte agora, sempre estivemos aqui. E chegamos.

Às 17h, cheguei ao Estádio Nilton Santos. Éramos apenas eu e mais uma meia dúzia. Até que um cenário repetitivo começa a se formar: mais uma vez, essa torcida de loucos apaixonados daria show. Não por ser a mais rica ou a mais protegida; mas por ser a mais apaixonada.

Foda-se o fim de semana. “Vida” é só tudo o que acontece entre dois jogos do Botafogo. Esperei ansiosamente para poder estar com meus irmãos de camisa em nossa casa. O Estádio Nilton Santos é lugar de gente maluca. Falem o que quiserem.

Novamente, demos um show. Ignoramos mais uma péssima atuação do time, demos uma aula de arquibancada e empurramos o Glorioso a mais uma vitória. Em nossa casa, os três pontos ficam. E assim será até o fim do ano.

Chegamos aos 36 pontos. Pela média do campeonato, falta pouco. Caso vençamos os três confrontos que nos restam em casa, estaremos a salvo. E a partir daí, meus amigos, entramos em um novo patamar. Posto isto, se entreguem; nosso barulho poderá salvar o clube.

NOTAS

Gatito Fernández: 5,5
Embora aparentando um pouco de preguiça, esteve presente quando exigido.

Rickson: 5
Improvisado e exposto, ao menos não comprometeu. Quase queimado pela péssima montagem de elenco.

Joel Carli: 6,5
Seguro nas bolas pelo alto, deu conta quando foi exigido.

Gabriel: 6,5
Apesar do cartão amarelo bobo pelo lado direito logo no começo, conseguiu equilíbio e cumpriu sua missão. É o mais regular do time.

Yuri: 7
Após boa aparição contra o Flamengo, mostrou personalidade e fez outro bom jogo. Marcou bem e saiu com personalidade.

Cícero: 6
Premiado ao participar do lance do gol contra, onde lançou para ninguém. Durante a partida, apenas um chute perigoso; no restante, deu alguns espaços e cercou com bastante preguiça. Que bom seria ter um jogador 100% focado.

João Paulo: 6,5
No início estava atrapalhado e afobado. A partir da metade do primeiro tempo, se encontrou e ajudou o Botafogo a controlar um pouco mais o jogo.

Leo Valencia: 2
Errou praticamente tudo o que tentou; passes, lançamentos, cruzamentos e chutes, perdeu uma boa chance de gol e recompôs mal. Ainda assim, jogou os 90 minutos.

Alex Santana: 4
Totalmente sem ritmo, nada acrescentou. Perdeu boa chance de gol, não fechou a região central do campo e pouco mostrou da sua transição ao ataque.

Rhuan: 7,5
O mais lúcido do time. Apareceu bem, mostrou personalidade, foi para cima, recebeu faltas e ainda deixou Igor Cássio na cara do gol. Inexplicavelmente substituído. Merece mais chances.

Igor Cássio: 5
Correu bastante, mas pecou ao perder a chance mais clara do jogo. Faltou cancha para matar o jogo. No segundo tempo, foi deslocado para o lado e perdeu sua função principal.

Lucas Campos: 6
Manteve a característica de velocidade pelo lado e sofreu o pênalti que sacramentou o resultado. Útil ao sair do banco.

Jean: sem nota
Entrou para preencher espaços. Pouco apareceu.

Diego Souza: 6,5
Vinha discreto até chamar totalmente a responsabilidade no pênalti. Ao fazer, correu para a galera e declarou sua guerra a Valentim. Pelo barulho da torcida, ele é o favorito nessa. Mas precisa entregar-se mais que isto.

Alberto Valentim: zero
Preciso ser condizente com o que vi em campo. Um time totalmente desestruturado, que deu graças a deus por um gol contra improvável e foi dominado durante quase toda a partida por um time já rebaixado. A concepção de equipe, hoje, inexiste. Seremos presas fáceis contra quaisquer adversários – como estávamos sendo nas últimas partidas. Muita coisa precisa melhorar para oferecermos algum perigo a Athletico, Corinthians, Chape, Internacional Galo e Ceará. Bizarro ao substituir o melhor jogador em campo disparado. O que ele estava fazendo ao invés de ver o jogo? Horripilante, assustador. Espero que melhore muito.

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Botafogo 0-1 flamengo: nós contra todos

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O confronto de hoje foi atípico. Infelizmente, fugimos do futebol. Desde o pré-jogo, percebíamos o clima hostil dentro de nossa casa. Precisávamos responder. Deixou de ser um jogo de Brasileirão; dentro da rodada, passou a ser uma partida contra o Flamengo, a polícia e o BEPE.

Desde já, confesso: não assisti à partida. Para entender o que se passou em campo, precisei assistir ao VT do confronto. Isto porque, desde o início, antes mesmo de entrar no estádio, precisei me preocupar com a torcida deles.

Não porque invadiriam, óbvio; jamais teriam esta coragem. Foram poucos os que se aventuraram a tentar assistir o confronto em nosso setor principal. O problema foi a atuação da polícia – que, desde várias horas antes do jogo, já mostrava o seu lado. Fomos desrespeitados, desprestigiados e até afrontados em nossa própria casa.

Fui para torcer. Apesar disso, desde a hora em que cheguei, fui atingido por ataques da polícia – que variavam desde abordagens desnecessárias até confrontos corporais. Antes e depois do jogo, a Polícia Militar mostrou todo o seu despreparo por agir contra uma massa que só queria apoiar seu time. Ao quererem conter cinco ou seis, atingiram milhares. São incapazes.

Dentro de campo, enfrentamos muitas pessoas. E os menos perigosos eram os jogadores do flamengo – que, diante de nossa postura, pouco fizeram. Apesar de limitado, nosso time brigou e deu a vida em campo. A enorme superioridade, tão afirmada pelos comentaristas, não apareceu.

Mas, infelizmente, o futebol ficou em segundo plano. Sequer consigo me ater ao que aconteceu em campo. Muita gente foi violentada dentro e fora do nosso estádio e nada será feito. O despreparo de nossa polícia – o que foge do âmbito do esporte, sabemos – prejudicou diversar famílias.

Nas quatro linhas, fomos valentes. Na primeira etapa, inclusive, fomos melhores. O Glorioso marcou bem e se impôs nos contra-ataques. Quase marcamos em alguns momentos. Mas com a expulsão e o cansaço, o time da lagoa conseguiu um gol nos minutos derradeiros.

Apesar do susto e do resultado final, estaremos no Estádio Nilton Santos na próxima segunda-feira. A torcida reconheceu o esforço e até aplaudiu a atuação, embora o futebol tenha sido praticamente ignorado hoje. Peço desculpas, mas não consigo comentar tamanha incompetência.

No dia de hoje, não pude comentar futebol. Não o vi. Em meio a spray de pimenta, escolta de torcedores rivais em nossa arquibancada, gás lacrimogêneo e cacetetes, não pude me ater ao que mais gosto. Só lamento pela Polícia Militar do Rio de Janeiro.

Dentro da tabela do campeonato nacional, precisamos nos recuperar. Diante dos resultados improváveis desta quinta-feira, entramos em uma zona desconfortável. A vitória contra o Avaí é obrigatória e, a partir de lá, voltamos a falar de futebol. Por enquanto, nos resta lamentar a noite de hoje.

NOTAS (colaborou: Fabiano Bandeira)

Gatito Fernández: 6
Foi bem menos exigido do que esperado. Aparentou alguma displicência em bolas aéreas, mas não comprometeu.

Fernando: 5,5
Falhou na recomposição no gol. Gerou alguns contra-ataques por falhas técnicas.

Joel Carli: 7
Foi importante no xadrez do jogo, sabendo jogar. Foi bem na bola aérea e colou em Bruno Henrique. Poderia ter sido perfeito ao evitar ao gol.

Gabriel: 7,5
Foi muito bem, desde a marcação até a saída de bola. Se portou bem contra o forte ataque do flamengo.

Yuri: 6,5
Se portou bem também na marcação. Faltou presença forte no campo de ataque, mas anulou Everton Ribeiro e Rafinha.

Cícero: 5
Não apareceu muito, apesar de ter ajudado na marcação.

João Paulo: 8
Apareceu em todas as partes do campo. Marcou forte e ajudou na saída de bola. É o espírito deste time.

Alex Santana: 5
Ainda sem ritmo, pareceu ter sua volta apressada. Pouco colaborou com o time referente ao seu ritmo habitual.

Luiz Fernando: 3
Perdeu grande chance de marcar e, posteriormente, foi infantilmente expulso. Tornou-se o vilão do clássico.

Leo Valencia: 6
Recompôs bem e mostrou qualidade na bola no pé. Ajudou no campo de ataque.

Igor Cássio: 6,5
Segurou bem as jogadas, ajudou nas tramas ofensivas e quase fez um belo gol.

Jean: 5
Sem ritmo, tirou a qualidade do time no meio. Apavorado em alguns lances, cometeu faltas desnecessárias.

Lucas Barros: sem nota
Pouco tempo em campo.

Victor Rangel: sem nota
Graças a deus, pouco tempo em campo.

Alberto Valentim: 6,5
Fechou bem os lados e saiu bem nos contagolpes. O time foi superior no primeiro tempo, mas cansou e foi muito prejudicado pela expulsão de Luiz Fernando. Anulou as principais armas do Flamengo, mas foi punido no fim.

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