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Dossiê Alvinegro

Dossiê Alvinegro – Botafogo x Flamengo

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Em duelo que marca desequilíbrio de momentos, clássico da rivalidade ultrapassa as quatro linhas novamente

De um lado, crise política, atraso de salários e pouquíssimos recursos técnicos na conta por pontos para fugir do Z4; do outro, um rival empoderado, rico, com uma máquina de fazer gols a seu dispor. O time é finalista da Libertadores e conta os dias para se sagrar campeão brasileiro. Uma diferença gritante nos times, contextos e situações, algo que não se via de maneira tão escandalosa no clássico há, pelo menos, vinte anos.

Mas o que não muda no clássico da rivalidade é o clima de tensão: nos últimos anos, polêmicas além das quatro linhas são recorrentes. A tensão do jogo é marcada por um movimento de torcedores rubro-negros querendo assistir ao jogo nos setores destinados à torcida do Botafogo. O alvinegro recomendou que os botafoguenses fossem ao jogo com a camisa do time, e o Flamengo não se pronunciou sobre o caso. A declaração oficial da polícia, entretanto, foi o que mais ajudou a esquentar ainda mais esse clima: o Tenente-coronel Silvio, comandante do Batalhão Especializado em Policiamento de Estádios, o BEPE, afirmou ser o Botafogo o responsável por acontecimentos ao não disponibilizar mais setores à torcida do Flamengo. 

COM O QUE SE PREOCUPAR?

1- DE TUDO UM POUCO: é outra realidade. Além da disparidade técnica, a discrepância entre o Botafogo e o rival em termos estruturais é gigantesca. 

2- MARCINHO FORA; BRUNO HENRIQUE ATACARÁ O LADO DE FERNANDO: o melhor e mais potente ataque do país parte pra cima da defesa alvinegra ainda mais desajustada por Valentim. O pior: o melhor atacante do Brasil jogará na lateral onde Fernando irá marcar. É momento de Valentim repensar a escalação, ou ajustar um sistema de cobertura e retardamento intenso por aquele lado para que um baile não aconteça. 

3- TIME COMPLETO: Flamengo vai inteiro para encarar um Botafogo sem Marcinho, Marcelo e Gilson.

POR OUTRO LADO…

1- RETORNA ALEX SANTANA: o volante será titular pela primeira vez desde a lesão que sofreu contra o Ceará. O artilheiro do Botafogo na temporada pode ser muito importante com seu poder de ruptura e chutes de longe. Sua personalidade também ajuda.

2- REVIRAVOLTA POLÍTICA E ESPERANÇA DE SALÁRIOS: desde segunda-feira, uma verdadeira transformação vem sendo feita no Botafogo. Integrantes do Mais Botafogo se reuniram com Carlos Augusto Montenegro, o ‘eterno presidente’, admitiram erros e decidiram “implodir” o grupo política para agilizar a entrega do futebol aos profissionais. Com isso, Ricardo Wagner, presidente do Conselho Fiscal e Gustavo Noronha, VP de futebol, deixaram seus cargos. Há, inclusive, a esperança dos salários atrasados caírem na conta dos jogadores em breve. Um sinal disso é o retorno dos jogadores às salas de coletiva de imprensa.

PROVÁVEL BOTAFOGO:

Alex Santana retorna ao time titular, assim como Cícero e Valencia. Bochecha retorna para o banco. Marcinho, Marcelo e Gilson são desfalques. Diego Souza vai para o segundo jogo seguido na reserva, e o time vai com Igor Cássio no comando de ataque. Luiz Fernando retorna após mal-estar. 

MACHUCADOS: Pimpão, Marcos Vinicius, Marcelo, Marcinho e Gilson. 

SUSPENSOS: ninguém.

PENDURADOS: Marcinho, Fernando, Bochecha, Cícero, Alex Santana, Léo Valencia, Yuri e Victor Rangel. 

PROVÁVEL FLAMENGO:

Todos os jogadores estão à disposição.

PENDURADOS: Pendurados: Diego, Gerson, Rafinha, Renê, Thuler, Willian Arão e Jorge Jesus.

ARBITRAGEM: Leandro Pedro Vuaden (RS) apita a partida, auxiliado por Rafael da Silva Alves (RS) e Lucio Beiersdorf Flor (RS). O árbitro de vídeo (VAR) será Wagner Reway (PB).

RETROSPECTO: o Botafogo não perde para o Flamengo jogando como mandante no campeonato brasileiro há 10 anos. De 2010 para cá, foram 3 vitórias e 5 empates. A última, marcante: sob o comando de Erik e Valencia no ataque, o Fogão bateu o rival por 2 a 1, se livrou do rebaixamento e tirou as chances de título do rubro-negro.
A última derrotado Botafogo como mandante para eles foi em 2009, por 1 a 0, gol marcado por Adriano Imperador. Naquele momento, o contexto era parecido: Fla brigava pelo título e sagrou-se campeão; Botafogo brigava pra não cair, e permaneceu na série A.


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Dossiê Alvinegro

Dossiê alvinegro – Athletico x Botafogo

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Desesperado por pontos, alvinegro enfrenta um Athletico imponente como mandante e há sete jogos sem perder no brasileiro. Valentim volta com Luiz Fernando ao time titular e fala em “vitória imprevisível”

Da mesma forma que o alvinegro encara a partida na Arena da Baixada, um certo alívio pode tomar a atmosfera do jogo após o tropeço do Fluminense, 17º colocado do campeonato, em casa para o Atlético Mineiro. Entretanto, o alvinegro vem de duas goleadas sofridas nos últimos dois confrontos contra times da parte de cima da tabela fora de casa: 3a0 para o Grêmio e 4a1 para o Santos. Por mais que o objetivo seja sempre a vitória, sair de Curitiba um ponto não seria mal visto.

COM O QUE SE PREOCUPAR?

1- FATOR MANDO: não é novidade que o Athletico é forte em sua Arena fechada e de grama sintética, sendo um dos mandantes mais imponentes dos últimos anos no Brasileirão. Atualmente, já são 5 jogos sem perder em casa, e só perdeu quatro jogos na Arena.

2- TIME ALINHADO: o Furacão não perde há sete jogos no campeonato brasileiro. São quatro vitórias e três empates. A ausência de Thiago Nunes ainda não surtiu efeito. Com Eduardo Barros, a equipe empatou em casa com o Cruzeiro, mas venceu o São Paulo no Morumbi na última rodada. Mesmo com esse impacto, o ajuste do time e principalmente da estrutura do clube solidificam o trabalho e mantém o desempenho alto.

3- BAIXAS: além de Marcinho, Marcelo e Gilson, baixas por demoradas lesões do nosso misterioso Departamento Médico, o lateral-esquerdo Yuri está fora do confronto por suspensão. Lucas Barros retorna à posição.

POR OUTRO LADO…

1- TIAGO NUNES: mesmo que a equipe ainda não tenha perdido desde a saída do treinador para o Corinthians, o Athletico decaiu em termos de rendimento. O empate sem gols diante do Cruzeiro e a vitória com gol no último minuto sobre o instável São Paulo ainda não convenceram.

2- CLIMA DE FÉRIAS EM CURITIBA: por mais profissional que seja o time do Athletico, a conquista da Copa do Brasil, a vaga assegurada à Copa Libertadores do ano que vem e por fim a saída do técnico Tiago Nunes fazem o clima ficar ameno.

3- TIME MISTO DO ADVERSÁRIO: apesar de não ser parâmetro se tratando do atual Botafogo – ou o de 2018, que perdeu para os reservas do próprio Furacão – a lista de ausências importantes do Athletico é grande: o goleiro Santos e os meias Léo Cittadini e Bruno Guimarães não atuam, além do lateral Jonathan, o reserva Adriano e Lucas Halter; Marcos Ruben e Madson ficarão no banco. O volante Matheus Rosetto também está vetado por uma lesão na coxa.

PROVÁVEL BOTAFOGO

Valentim repete o esquema tático, mas faz alterações com a volta e a saída de jogadores suspensos. Fernando retorna para a direita, enquanto Lucas Barros substitui Yuri na esquerda. O contestado Luiz Fernando volta ao time titular, mesmo após boa partida de Rhuan contra o Avaí. Diego Souza segue no banco e Marcelo Benevenuto pode ser relacionado.

PROVÁVEL ATHLETICO

Sem mais metas em 2019, Eduardo Barros vai adaptando o grupo ao seu trabalho e faz mudanças de acordo com os testes que deseja realizar. O esquema pode variar de um 4-1-4-1 para um 4-4-2, com Cirino e Thonny à frente.

ARBITRAGEM

RETROSPECTO

No geral, em 47 jogos, são 22 vitórias do Athletico, 18 do Botafogo e 7 empates. Em Curitiba, a vantagem é ainda maior: 14 vitórias do Furacão contra 5 do Botafogo, e mais 4 empates.
O Botafogo não vence o Athletico na Arena há onze anos. Em 2008, o alvinegro fez 3a0 sobre o Furacão antes da reforma do estádio, na antiga Kyocera Arena. De lá para cá, foram 9 jogos: 2 empates e 7 derrotas do Botafogo.

Inclusive, o Botafogo nunca venceu na nova Arena. Em quatro jogos, são três vitórias do rubro-negro e um empate. Além disso, só conseguiu marcar um gol, de pênalti, no ano passado.

GOLEADAS E MILAGRES

Botafogo faz o desproporcional e o sobrenatural em jogos na Arena. O 5a0 em 2006, o 3a0 em 2008 e, principalmente, o empate heroico contra a máquina do Furacão de 2004 são alguns exemplos. Que são Schwenck esteja conosco.

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Dossiê Alvinegro

Dossiê Alvinegro #24 – Botafogo x São Paulo

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Desfalcado, Botafogo encara São Paulo de Daniel Alves sedento para voltar a vencer. Victor Rangel comanda o ataque

Para iniciar o returno na missão por mais pelo menos 19 pontos, o Botafogo encara, de primeira, um São Paulo pressionado por quatro jogos sem vencer. Após tropeços contra CSA, Inter e Grêmio reservas e uma derrota para o Vasco, o técnico Cuca projeta até quatro possíveis mudanças para voltar a vencer. Pressionado, o tricolor conta com Daniel Alves e companhia para engrenar de novo. Já o Botafogo, após um empate desanimador contra o Ceará por um desempenho péssimo, terá três dos mais inoportunos desfalques: o capitão Joel Carli e os artilheiros do time, Diego Souza e Alex Santana. Marcelo, Bochecha e Victor Rangel são os substitutos.

COM O QUE SE PREOCUPAR?

1- OS MAIS INOPORTUNOS DESFALQUES
Diego Souza, por ser emprestado pelo próprio São Paulo ao Botafogo, e Alex Santana, que se recupera ainda de uma entorse no tornozelo no último jogo, estão fora. Além disso, Joel Carli não se recuperou a tempo do desconforto que o tirou do jogo contra o Ceará. Após vários testes, o “menos pior” parece ser Victor Rangel, que substitui Diego. Bochecha vai no lugar de Alex. Na zaga, outra questão delicada: Marcelo acaba de perder o pai, vítima de um tumor na cabeça. Mesmo ainda abalado, vai para o jogo. É momento de apoio ao nosso zagueiro.

2- SÃO PAULO PRESSIONADO
Precisando voltar a vencer, o SPFC vem com tudo para recuperar os pontos perdidos nas últimos quatro rodadas. Empates contra CSA e Grêmio B e derrotas para Vasco e Inter também B irritaram dirigentes e torcedores do tricolor. Pressionado, o técnico Cuca projeta mudanças, e os novos jogadores em novas funções vão precisar mostrar serviço para reverter o quadro.

3- DANI ALVES
por si só é uma preocupação. O melhor lateral-direito do mundo terá liberdade para se lançar ao ataque, seja armando pelo meio, ou atacando pelo lado direito.

Foto: Divulgação SPFC

POR OUTRO LADO…

1- IMPOSIÇÃO
Levando em conta o retrospecto recente, o Botafogo vem de dois jogos sem perder, e o tricolor há quatro sem ganhar. Em casa, o Botafogo deve fazer valer a força do mando para somar três importantíssimos pontos para criar mais capa de gordura na tabela, e respaldo ao trabalho do elenco.

2- PATO FORA
Se do outro lado há uma penca de grandes nomes para dominar o jogo, por outro lado, também tem baixa: o artilheiro Alexandre Pato sentiu dores musculares na quarta-feira durante treinamento, e não deve jogar.

3- ZAGA RÁPIDA
Destaque no último jogo, a dupla Marcelo e Gabriel é fundamental no quesito precisão e velocidade para acompanhar o ágil ataque são-paulino.

PROVÁVEL BOTAFOGO:

Sem três dos seus mais absolutos titulares, o Botafogo vai a campo com o que tem de menos pior.

SUSPENSOS: Diego Souza (questões contratuais).

MACHUCADOS: Joel Carli e Alex Santana.

PENDURADOS: Marcelo, Fernando, Gilson, Marcinho, Diego Souza, Rodrigo Pimpão, Bochecha e Léo Valencia.

AMARELADOS: João Paulo, Luiz Fernando, Joel Carli, Cícero, Yuri, Victor Rangel e Igor Cássio.

PROVÁVEL SÃO PAULO

Sem Pato, São Paulo vem pra cima com Daniel Alves e companhia.

ARBITRAGEM:

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Dossiê Alvinegro

Dossiê Alvinegro #23 – Ceará x Botafogo

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Com clima de alívio pós-vitória, Botafogo já tem melhor primeiro turno desde 2013 com uma rodada de antecedência. Vitória no castelão deixaria o time a um ponto da meta estipulada por Barroca antes do returno

Após a vitória por 2 a 1 sobre o Galo no Nilton Santos, o clima é outro no clube. Apesar dos problemas financeiros continuarem sem a menor expectativa de resolução, o clima entre torcida e jogadores se fortificou com o empenho dos atletas para fazer uma campanha digna, mesmo com salários bem atrasados. A torcida se mostrou ao lado dos jogadores, cantando “paga os salários” das arquibancadas e protestando contra a diretoria. Os 3 pontos aliviaram o ambiente e o trabalho de Barroca, que vinha sendo o maior alvo de críticas mesmo em todo o contexto caótico do clube. Agora, o desafio inicia uma trajetória de jogos complicadíssimos até, pelo menos a quinta rodada do returno.

COM O QUE SE PREOCUPAR?

1- CEARÁ FORTE MANDANTE
Com o fator campo a seu favor e uma torcida incendiando o Vozão a cada jogo, o Botafogo precisará ter sangue frio e estratégia para pontuar em Fortaleza. Com 5 vitórias em 9 jogos no Castelão no campeonato até aqui, o time vem de um empolgante empate arrancado fora de casa contra o Corinthians. Perdia por 2 a 0, e chegou ao empate com gol olímpico antológico de Leandro Carvalho. Dois setores já estão com ingressos esgotados para a partida. Já são 34 mil torcedores confirmados.

2- ESFOMEADOS PELA LEI DO EX
Thiago Galhardo e Leandro Carvalho, titulares e referências técnicas do Vozão, tiveram passagens polêmicas pelo Botafogo. O primeiro, em 2011 e 2012, se envolveu em problemas disciplinares e não saiu bem do clube. Já Leandro “Cachaça”, como é carinhosamente apelidado no Nordeste, assinou com o Botafogo em 2018 e não demonstrou o menor interesse em prestar serviços ao clube. A má vontade e a falta de estímulo eram evidentes, e ele foi emprestado ao próprio Ceará novamente. Retornou em 2019, os problemas se repetiram, o que fez com que o alvinegro cearense o comprasse do Botafogo por R$ 3 milhões. Certamente, Galhardo e Leandro farão do passado um estímulo para ir pra cima do Botafogo – apesar de a titularidade de Leandro Carvalho não ser garantida.

3- FORÇA NOS CONTRAGOLPES DO CEARÁ
O time de Enderson Moreira dá segmento à cartela de jogo de Lisca Doido: compactação, reação e velocidade. Com peças rápidas tanto na qualidade do passe quanto em ruptura, ultrapassagem e velocidade com bola, é bom o Botafogo ficar ciente de que não pode cometer os mesmos erros que ocorreram contra Internacional e Corinthians, por exemplo, onde ao perder a bola, não havia nenhuma retaguarda para evitar os gols adversários. Este princípio chama-se balanço defensivo, uma forma de se organizar para a fase de transição defensiva no jogo.

POR OUTRO LADO…

1- CEARÁ NA SECA
Apesar da força como mandante, o Vozão vem de quatro partidas sem vitória, sendo 3 derrotas e um empate. Em casa, o último revés foi contra o Flamengo, por 3 a 0. A última vitória foi 14a rodada, diante da Chapecoense.

2- 44 ANOS SEM SABER O QUE É DERROTA
Desde 1975, o Botafogo não sabe o que é perder para o Ceará como visitante. De lá para cá, foram oito jogos, três vitórias do Botafogo e 5 empates.

3- CONFIANÇA NO BOTAFOGO, PRESSÃO NO OUTRO LADO
Pressionado, o Ceará precisa compensar a seca de 4 jogos sem vencer para fechar o primeiro turno. Já o Botafogo, nos últimos noventa minutos, mudou o paradigma do que seria uma partida tensa para uma confiança elevada do que esse grupo pode fazer. Com meses de atrasos salariais, a campanha só se mostra abaixo do time que era comandando por ninguém menos que Clarence Seedorf.

PROVÁVEL BOTAFOGO:

Com o mesmo esqueleto da última partida, o Botafogo vai a campo em Fortaleza. Marcinho, referência técnica nos últimos jogos, segue como atacante, e Fernando fará a lateral. As mudanças iniciais são Gatito, de volta da seleção paraguaia, no lugar de Cavalieri, e Gabriel. Entretanto, o zagueiro substituirá Carli, com mais um desconforto na panturrilha, e Marcelo segue no time. Outro desfalque, esse com problemas na coxa, é Gilson, que dará a oportunidade da primeira vez do menino Lucas Barros como titular na lateral-esquerda.

RETORNAM: Gatito (seleção paraguaia) e Gabriel.
SUSPENSOS: ninguém.
PENDURADOS: Marcelo, Fernando, Gilson, Marcinho, Diego Souza, Rodrigo Pimpão, Bochecha e Léo Valencia.
AMARELADOS: Luiz Fernando, Joel Carli, Cícero, Yuri, Victor Rangel e Igor Cássio.

PROVÁVEL CEARÁ:

Com a ajuda dos perfis Herói Alvinegro e Vozão Sporting Club, essas são algumas informações sobre o alvinegro cearense:
Vozão segue sem o zagueiro Luís Otávio, com lesão na coxa. Desde que o zagueiro-central saiu, o rendimento defensivo do time cearense caiu. Leandro Carvalho, que vem alternando na titularidade com Wescley nas últimas partidas, pode ganhar a vaga de titular após gol antológico contra o Corinthians no último jogo.

SUSPENSOS: ninguém.
MACHUCADOS: Luís Otávio.

ARBITRAGEM:

RETROSPECTO:

Em todos os 20 confrontos entre Botafogo e Ceará, são 8 vitórias do Botafogo, 7 empates e 5 vitórias do Ceará. Como visitante o Botafogo também tem autoridade: 3 vitórias contra 2 do Ceará, além de 6 empates. O Botafogo, inclusive, não é derrotado pelo Ceará em Fortaleza desde 1975. Já são oito jogos desde então.

Entretanto, o Ceará não perde para o Botafogo há quatro partidas. A última vitória do Bota sobre o Vozão foi em 2014, na antológica virada com gol de André Bahia no último minuto, que classificou o Botafogo para as quartas da competição naquele ano.

André Bahia se descontrola com gol no último lance: um minuto antes, o Botafogo precisava de dois gols para eliminar o Ceará.

De lá para cá, foram quatro jogos, uma vitória do Ceará em 2015 na série B no Nilton Santos, e três empates sem gols. Os últimos dois confrontos pela série A de 2018 terminaram em 0 a 0.

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